sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sobre a brevidade dos dias

Será mesmo verdade quando me dizem que a infância dos nossos filhos passa tão rápido que nem notamos? Que eles crescem, criam barba, saem para trabalhar e não tem hora para voltar e nem sentimos esse tempo passar? Digo que já estou experimentando isso, amigo espectador. Um filho que vi nascer ali, na minha frente, que vi aprender a engatinhar e muito rapidamente a andar, correr, falar. Este filho que dorme no meu colo em dias será um barbado me dizendo que arrumou uma namorada nova, ou que tomou outro fora (se for assim vai puxar o pai dele) ou que tirou uma nota ruim em biologia (idem ao parêntesis anterior).
A minha estratégia de aproveitar ao máximo todos os momentos torna-se, então, inútil, visto que ele vai crescer e não vai mais querer saber do pai velho contador de histórias dos anos 60 e outras chatices pré-geração "y", do pai que jogava bola na pracinha e colocava para dormir com cantigas.
Mas o que me restaria, senão tentar ganhar sua amizade?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

E o Internacional vence o Grêmio em pleno Olímpico

Confesso que fiz uma aposta com um colega de trabalho na semana passada. O colorado iria reverter o resultado e levantar a taça. E o Internacional de Paulo Roberto Falcão foi à casa do Rival e decretou: o Gauchão Coca-Cola é nosso.
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Em 2010, o Internacional Bi-Campeão da América foi ao Mundial Interclubes Fifa e encarou o Mazembe, sendo abatido pelo placar de 2x0. Foi uma piada atrás da outra desde então. A Internet foi palco de fartas gozações do rival durante todos estes meses. Mas agora que a disputa direta nos favoreceu, e em campo adversário, será que estas piadas continuarão?
Sendo que eu, torcedor mais que convicto do clube do povo, nunca encarei aquela derrota para o Mazembe como uma tragédia. É claro que queríamos o Mundial. Mas ganhamos em dez anos duas Libertadores, um Mundial, uma Recopa, uma Sul-Americana e alguns regionais. Acabamos com o Juventude (8x1, placar histórico no Beira-Rio), goleamos o Grêmio algumas vezes, fizemos o gol 1000. Ganhamos da Inter de Milão, Stuttgart, Barcelona, São Paulo em pleno Morumbi na final de 2006. Que história, torcedor!
Logo, se leres com atenção esta minha crônica verás que a derrota para o time africano já foi superada e já não tinha tanta importância assim.
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Que venha o Brasileirão 2011 e que desta vez não nos tomem ele de assalto como em 2005.