sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O quebra-cabeças

Hoje pela manhã eu estive em uma repartição pública para resolver uma pendência em uma documentação e, ao ser atendido, me chamou a atenção um enorme quebra-cabeça emoldurado como um quadro e pendurado na parede. Era uma paisagem qualquer, com um animal, um tigue eu acho, mas me surpreendeu a quantidade de pecinhas - o que sugere que um bom tempo foi gasto para montá-lo. Nessa semana conversei bastante com um fornecedor da empresa onde trabalho (Saifer é o nome dele), e ele sempre está fazendo algo diferente em suas horas vagas, desde montar aviões (aeromodelismo) a criar pequenos circuitos em C++. "Só para exercitar o cérebro".
Quando eu vi o quadro hoje, me lembrei dele e do quanto as pessoas se tornaram preguiçosas para calcular (usam a calculadora do computador), ler (quando foi a última vez que você pegou um livro nas mãos) e especialmente raciocinar (Windows 7 - incrivelmente simples...).
Espero ansiosamente pelo dia em que me juntarei ao Davi para montarmos juntos o nosso primeiro quebra-cabeças. Vou comprar o mais difícil. Quero demorar muitos dias, meses, semanas para montá-lo.
Um abraço a todos os leitores do blog.

domingo, 8 de novembro de 2009

Para os leitores do blog que moram longe, as últimas do Davi


Cara, que som demais

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Descoberto o paradeiro do Trovão Branco!

EXTRA, EXTRA, EXTRA!
Descoberto o paradeiro do Trovão Branco! Ele foi descoberto se vendendo em uma concessionária em Viamão/RS. Não divulgarei a placa do veículo nem o nome da revenda, pois ele pede sigilo, visto a situação vergonhosa à qual ele se encontra no momento.
Boa sorte ao comprador.
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BRASIL, Ô MEU BRASIL brasileiro, das Olimpíadas e da Copa do Mundo, campeão mundial de acidentes de trânsito e das taxas de juro, país da dengue e da H1N1, que terá que recriar a CPMF para cobrir os gastos com a saúde. Não falo de política, nem irei falar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Marcas profundas da falta de perdão

Falando um pouco sobre espiritualidade e vivência.
Desde ontem à tarde e durante o dia de hoje tenho pensado sobre a necessidade de perdão nas nossas vidas, e no quanto é difícil perdoar, em certos casos. Dependendo das circunstâncias em que a pessoa foi humilhada, ou ofendida, ou quem sabe agredida, torna-se ainda mais difícil perdoar, de modo que há muitas pessoas que morrem sem fazê-lo (daí não temos como medir exatamente as conseqüências disto, visto que Jesus nos pede para perdoarmos, sendo assim perdoados...).
Mas cabe também aqui fazer um profundo exame de consciência, que nos leve a recordar as situações em que não dá mais para voltar atrás, sendo porque a pessoa já não está mais no nosso convívio diário, ou por qualquer outro motivo. Perdoar essa pessoa intimamente, repetindo a si mesmo: "eu te perdôo", mesmo se não for possível mais ter contato com ela, é muito importante. Se conseguimos chegar a esse perdão, ocorre uma cura interior e um crescimento abundante na nossa vida espiritual. Esse "exame" a que me referi antes, se feito com seriedade e sinceridade de coração, nos levará também a descobrir e relembrar também os "pequenos" perdões que ainda precisamos conceder, aqueles que achamos que não têm mais importância, mas que na verdade têm, sim. E muito.
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Penso que seria interessante reabrir os comentários do blog. Estou pensando a respeito. Isso seria enfadonho, pois eu teria que verificar os comentários bem periodicamente.
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Em algum post futuro, falarei um pouco sobre (e contra) a pirataria de software e música.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sons...

Esses dias peguei um táxi lotação até o Centro de Porto Alegre, e me surpreendi quando escutei "Child in Time" do Deep Purple no rádio. Já sentado, comecei a curtir o áudio original da década de 1970 quando então Ian Gillan tinha aquela voz "de ouro", e de repente... o motorista mudou de estação! Colocou numa daquelas músicas banalóides semi-pop-semi-reggae que tocam para alegrar os adolescentes (será que eles se alegram mesmo com aquilo?)... puxa vida, minha diversão durou mesmo muito pouco naquele dia...!

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Depois de deixar o sistema lá de casa ok, é a hora de reorganizar as idéias e colocar alguns projetos em dia, especialmente as newsletters e o blog novo (que será da Fraternidade). Tenho valorizado muito o silêncio e procurado fazer algo que não fazia há algum tempo: ouvir.

Ouvir as pessoas, ouvir as suas histórias

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Sobre como as mulheres dirigem. Sobre chatos.

Provavelmente você já ouviu expressões do tipo: "mulher no volante é perigo constante", "mulher é tudo barbeira" ou algumas frases de caminhão com referências parecidas sobre as nossas queridas condutoras brasileiras. Mas venho por meio deste combater todas essas injustas acusações. Trago comigo provas e testemunhos do cuidado, disciplina e educação que as mulheres demonstram no comando dos seus automóveis, conforme segue:
1) Na subida da Ramiro Barcelos, aqui em Porto Alegre, sempre tenho que contar com a boa vontade de alguém para tomar a via, na saída do estacionamento onde deixo meu possante veículo 1.0. Quem me dá o lugar para passagem? Taxistas? Motoristas de ônibus? Motocicilistas? Nenhum deles: sempre são as mulheres que me dão passagem, e disso a minha esposa é testemunha.
2) As mais perigosas ultrapassagens (feitas com imperícia e descuidado com os demais motoristas) sempre são feitas por homens.
2) Raramente vi cordialidade no trânsito vinda de homens ao volante. São prepotentes e têm mania de correr. Por que não acordam mais cedo? Porque provavelmente deixam tudo para as suas mulheres fazerem e não têm nem a competência de fazer o café da manhã sozinhos, deixando tudo para elas - santas condutoras - fazerem sozinhas. E ainda assim elas não correm.
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Sobre os chatos.
Sou chato de carteirinha, não escondo isso de ninguém. Falo demais. Já me peguei falando sozinho com os computadores de um datacenter. Eles por pouco não deram crash. Meus solos de guitarra são chatos. Mas a solução para a minha voz chata eu já encontrei: Marlon está de volta à Virtus na melhor forma do seu vocal!
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Vamo, Inter.