Lester William Polfus, mais conhecido como Les Paul, faleceu no último dia 13 aos 94 anos, por conta de uma pneumonia. Ele, juntamente com Adolph Rickenbacker e Leo Fender, literalmente construiu as bases do que hoje conhecemos como Guitarra elétrica. Nos últimos anos, mesmo doente, ele continuava tocando (além de fabricante de instrumentos ele era músico). Suas companhias nessas jams eram "pessoas desconhecidas" como Mark Knopfler, Bruce Springsten e Eddie Van Hallen. Vejamos quem são os outros "luthiers" que criaram a coisa:domingo, 16 de agosto de 2009
Morreu o pai da guitarra elétrica
Lester William Polfus, mais conhecido como Les Paul, faleceu no último dia 13 aos 94 anos, por conta de uma pneumonia. Ele, juntamente com Adolph Rickenbacker e Leo Fender, literalmente construiu as bases do que hoje conhecemos como Guitarra elétrica. Nos últimos anos, mesmo doente, ele continuava tocando (além de fabricante de instrumentos ele era músico). Suas companhias nessas jams eram "pessoas desconhecidas" como Mark Knopfler, Bruce Springsten e Eddie Van Hallen. Vejamos quem são os outros "luthiers" que criaram a coisa:segunda-feira, 10 de agosto de 2009
...mas ele é artista!
domingo, 2 de agosto de 2009
Sobre "blues boys" - sobre meditações.
Este é, sem dúvida, um dos mais famosos blues boys da história: B. B. King, ou "blues boy king". Esse termo (blues boy) define, normalmente, guitarristas que literalmente encarnam o blues nas suas guitarras e também nas suas vidas. O Blues pode ser definido como um som sofrido, melancólico, às vezes alegre, outras vezes simplesmente.... Blues. Quem não sabe a respeito do "maldito" Mississipi e dos campos de algodão, das origens dramáticas dessa mistura entre canto de escravos e o gospel das igrejas evangélicas americanas? Riley Ben King nasceu em 1925 e começou sua vida justamente lá, no Mississipi, colhendo algodão. Depois tocava por uns trocados quando mudou-se para Memphis, berço dos músicos mais importantes do sul, naquela época. Seus solos são simples e lentos. Porém, sua técnica inédita e até hoje inigualável da mão esquerda (com um poderoso vibrato feito com o indicador), somada à sua potente voz negra, poderiam tranquilamente tê-lo dado o trono de maior guitarrista negro da história (se esse posto já não estivesse ocupado por Hendrix, xodó da mídia por conta dos seus experimentalismos).
Uma curiosidade é sobre o nome que ele dá às guitarras que toca: "Lucille". Conta-se que nos idos dos anos 40 houve uma briga no local onde ele tocava, e por conta disso dois marmanjos entornaram um barril de querosene, ateando fogo rapidamente em praticamente todo o local. Mesmo com o prédio em chamas, nosso bluesboy arriscou a sua vida metendo-se no meio do prédio para salvar a sua guitarra de 30 dólares. Uns dizem que os dois ébrios brigavam ferozmente por causa de uma mulher chamada "Lucille"; outros, que a própria teria morrido no local. O que fica dessa história é que o nosso bluesboy resolveu chamar a todas as suas guitarras de "Lucille" para lembrar-se "de nunca mais fazer uma coisa daquelas".
Outra curiosidade: ele presenteou o Papa João Paulo II com uma de suas "Lucille". "Ela está em boas mãos agora". Falou, bluesboy.
...
Estou pensando, há dias, sobre o perdão e sobre a sua importância nas nossas vidas. Como é importante o perdão! Como sofre a nossa alma se não perdoamos alguém! Muitas vezes a própria Bíblia nos adverte a perdoar primeiro, e depois fazer as nossas ofertas. Sem dúvida, devemos perdoar muitas vezes todos os dias. O tempo está passando.
Muitos podem dizer: "mas isso que eu sofri, isso é imperdoável. Essa pessoa não merece e não terá o meu perdão". Realmente, humanamente é impossível encarar o perdão. Mas se o próprio Cristo perdoou não só os que o mataram, mas também a todos aqueles que recorreram e recorrem a Ele, nós, auxiliados pelo Espírito Santo, podemos perdoar também. Somente esse Espírito dará o verdadeiro sentido ao perdão concedido - e devolverá algumas noites de sono também.
terça-feira, 28 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Como vou consertar meu relógio?
Comecei a semana, trabalhei como um cachorro, dei banho no meu filho, dormi, comecei a terça-feira, uma oração e mais trabalho, meu chefe perguntou: "tem condições de trabalhar à noite?"; fiz plantão, beijei minha esposa e dormi. Começa a quarta, depois de orar e trabalhar, mais plantão, dirigi bastante, beijo no piá e dormi de novo; quinta e mais uma oração. Daí faço outro plantão, vejo o meu time quase perder e depois goleia, chega a sexta-feira, aniversário da mãe, como bolo feito um louco, me entupo de refrigerantes, acabou a semana. Sábado chegou, passou, não fiz um terço do que deveria, dormi com meu filho, acordei e achei que deveria colar a cabeça do boneco do meu bolo de casamento que havia quebrado. Santa Super-Bonder, Batman! Domingo passou, vi meu time chegar ao fundo do poço e meu relógio parou.domingo, 21 de junho de 2009
Sobre unos.
Este é o quarto ou quinto Uno que dirijo, se for contar com os que fiz test-drive antes de adquiri-lo. Depois de ter me livrado do Trovão Branco (ver posts anteriores), posso dizer que é um carrinho bom de dirigir... macio, leve, um pouco pequeno, mas incrivelmente espaçoso para o tamanho que possui. Vamos ver se ele continua sendo meu amigo. Ele aparece em segundo plano na foto, assim como na minha vida. Tem muita coisa mais importante do que um carro.segunda-feira, 15 de junho de 2009
Quase um ano e dois meses depois...
Bom, quase um ano e dois meses depois, trago-vos boas novas! Aqui vão elas, mas não estão na ordem: -O Davi já diz PAPAI (com direito à perfeita divisão silábica, pa-pai!!). Esse momento foi, provavelmente, um dos mais emocionantes das férias...
-O Davi já diz MAMÃE (especialmente nas madrugadas, quando ele pede o néctar do sono - também conhecido como LEITE);
-O Davi COMEÇOU A CAMINHAR sem o apoio de ninguém. Maravilhoso! Dentro da nossa grande mansão, que é visível até no Google Earth, ele caminha sem se segurar em nada. É realmente um grande homem.
Fiquei pensando, no fim do dia de hoje, a respeito das grandes decisões. Como tomar uma grande decisão, que traga benefícios a um grande número de pessoas, nos tempos atuais? E como saber se essa decisão é realmente vontade de Deus? Então criei o personagem "A".
"A" tem uma grande idéia e resolve colocá-la em prática, mas antes, convoca "B", que tem muito mais experiência no assunto e até porque, "A" é muito colérico e não saberia nem como começar; "B" sai à cata de "C", que é mais calmo e cheio de diplomacia, e possui fino trato com o público em geral; os três reunidos resolvem convocar "D", "E" e "F" para que a decisão seja analisada em grupo e depois tudo é posto em prática.
Céus, porque não pode ser sempre assim?
Fiquem todos com Deus,
Renato.

